sexta-feira, 10 de agosto de 2018

AUTOCARRO COM EQUIPA DO RECREATIVO DA CAÁLA SOFRE ACIDENTE

A equipa do Recreativo da Caála, esta quinta-feira, hoje, um acidente no troço Dondo/Kibala (Cuanza Sul), de regresso à província do Huambo, ida da capital Luanda após o jogo, quarta-feira, frente ao 1º de Agosto, sem qualquer vítima.
O sinistro aconteceu quando o autocarro em que seguiam embateu contra um camião contentorizado estacionado na berma da estrada.
De acordo com fonte contactada pela Angop, o único ferido é o ajudante do autocarro, fretado pela equipa, que fraturou os membros inferiores.
O 1º de Agosto e o Recreativo do da Caála empataram a zero, no estádio 11 de Novembro, para acerto da 24ª jornada do Campeonato Nacional de futebol da primeira divisão (GirabolaZap 2018).
Com 25 pontos, os caalenses ocupam a 13ª posição do Girabola, liderado pelo 1º de Agosto com 50.

terça-feira, 7 de agosto de 2018

Nova novela da SIC “Alma e Coração com elenco recheado de angolanos



A atriz angolana Cléo Malulo agenciada pela Cast 39, Agência de Talentos está no elenco principal da próxima novela da SIC intitulada, “Alma e Coração”.
Cleo será Aida, na história mãe Naomi que será interpretada por Sharam Diniz. Nos papéis principais nomes como Cláudia Vieira, Ricardo Pereira, Soraia Chaves, Rita Lello, Victória Guerra, Manuela Couto, José Fidalgo entre outros.

sexta-feira, 3 de agosto de 2018

Diamantes rendem USD 256 milhões no 1º trimestre do ano em curso


A receita bruta do sector diamantífero angolano atingiu, no primeiro trimestre deste ano, 256 milhões e 592 mil dólares, revelou hoje, em Luanda, o director nacional de Mercados e Promoção de Comercialização do Ministério dos Recursos Minerais e dos Petróleos
Ao falar à imprensa, na 2ª reunião de “Outlook”, relativa à actividade de comercialização de diamantes do 2º trimestre de 2018 e a análise das perspectivas do mercado para o 3º trimestre, o director nacional sublinhou que o referido valor resulta da comercialização de cerca de dois milhões e 12 mil e 597 quilates ao preço médio de 130 dólares por quilate.
No evento, em que participa o ministro dos Recursos Minerais e dos Petróleos, Diamantino Azevedo, o director explicou que os Emiratos Árabes Unidos, Bélgica e a Suíça foram os principais destinos dos diamantes angolanos.
Questionado sobre a venda do período homólogo do ano anterior, Gaspar Filipe Sermão explicou que a comercialização era feita através de clientes preferenciais o que não permite ter os dados referentes às vendas do período análogo de 2017, tendo em conta que eram feitas directamente a único comprador que comercializava no mercado internacional.
Frisou que, apesar de ser aprovada a nova lei, que aguarda a data da publicação em Diário da República, em termos operacionais, agora a venda não é feita apenas com clientes preferenciais.

“O que estamos a preparar é em alinhamento com aquilo que serão as metas a serem alcançadas com as novas política de comercialização de diamantes em curso no país”, disse.
Com esse exercício, acrescentou, pode-se esperar melhorias na comercialização, no sentido de se criar maior transparência no processo de compra a venda de diamantes, produzidos em Angola, bem como se aferir em termos de evolução os preços futuros para os diamantes em Angola que estão a ser mais valorizados no mercado.
Referiu que as reuniões são realizadas trimestralmente pelo Ministério dos Recursos Minerais e dos Petróleos em parceria com as empresas do sector, de modo a garantir maior transparência no processo de compra e venda de diamantes brutos e acompanhar a actividade de vendas dos diamantes produzidos em Angola.
Pretende-se igualmente aferir a evolução do preço no mercado internacional, acompanhar os fundamentos do mercado internacional em relação à procura e oferta, durante o trimestre em análise, avaliar o desempenho das empresas de comercialização de diamantes, assim como em relação ao período anterior.
O Conselho de Ministros aprovou a 27 de Junho, durante a 6ª sessão ordinária orientada pelo Presidente da República, João Lourenço, a política de comercialização de diamantes brutos.
A medida visa assegurar um sistema eficaz e mais transparência ao processo de compra e venda de diamantes, uma vez que a política que vigorava era essencialmente baseada em clientes preferenciais, em que um grupo restrito de empresas tinha o direito de comprar toda a produção de diamantes do País.

Produtos Dinda podem ser produzidos em Angola

Segundo Marcelo Porto Turri, que falava à Angop no último dia da34ª edição da Feira Internacional de Luanda (FILDA/2018), além da marca já muito conhecida pelos angolanos, vão procurar produzir outras variedades.
Sem avançar mais dados relativos a data exacta para arranque do projecto, o responsável adiantou que querem apenas deixar passar esse período crítico de obtenção de divisas que os empresários têm tido, para atingir o objectivo preconizado.
O empresário que já comercializa produtos da marca brasileira em Angola há mais  de 2 anos. “O que queremos é fabricar aqui para tornar o produto final mais barato”, referiu o empresário que já fez alguns contactos na FILDA para a princípio expandir a importação dos produtos e posteriormente a abertura de uma produção local.
A empresa existe há quatro anos no mercado brasileiro e tinha uma capacidade instalada de 250 mil toneladas/ano, mas elevou para um milhão de toneladas de alimentos da cesta básica, como massas, macarrão, carne seca, bolachas, entre outros.
Actualmente os seus produtos são vendidos pela rede comercial Kero, e em alguns mercados informais do país, mas a pretensão é expandir a venda em todo território nacional. “Tal facto só será possível se houver uma produção em grande escala dentro de Angola”, disse.
A 34ª edição, que decorre nas instalações da Zona Económica Especial Luanda Bengo (ZEELB),  conta com 372 expositores de 15 países, um aumento de 125 expositores em relação a 2017.
Com encerramento marcado para esta noite, a feira conta com participação de empresas de Angola (país anfitrião), África do Sul, Espanha, Estados Unidos da América, Gana, Holanda, Índia, Itália, Macau, Portugal, reino Unido, Rússia e Suécia. Fazem ainda parte Turquia, Uruguai, Japão e Moçambique que estão a expor numa área aproximada de três hectares.

Lançamento da lista vermelha das espécies em vias de extinção em Angola

Segundo uma nota de imprensa do Gabinete de Comunicação Institucional e Imprensa, a que a Angop teve acesso, a lista que foi avaliada por instituições de investigação científica nacional e internacional faz menção ao estado actual de cada uma das espécies e contempla três categorias: espécies extintas, ameaçadas de extinção e vulneráveis à extinção.
A elaboração da lista vermelha de espécies de Angola, foi um processo de consulta e contribuições, onde participaram várias instituições nacionais e internacionais, nomeadamente a Universidade Agostinho Neto, Metodista, centro de recursos fitogenéticos e o centro nacional de botânica, o Nathional Geographic, dentre outras instituições.
Entre 2007 e 2012, em Angola foi elaborada uma lista vermelha indicativa, mas de mamíferos em estado crítico, na qual se destacam búfalos, chimpanzés, chitas, girafas, gorilas, palanca negra gigante, zebra da montanha, rinoceronte preto, leões e leopardos, pois havia 100 exemplares vivos para cada espécie em todo o país.

quarta-feira, 1 de agosto de 2018

Isabel dos Santos nega notificação da PGR e transferências bancárias de 38 milhões

Isabel dos Santos reagiu esta terça-feira às notícias da imprensa pública angolana que davam conta que a empresária tinha sido notificada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) angolana para prestar declarações no âmbito do inquérito em curso sobre a sua gestão à frente da empresa Sonangol.
A anterior presidente da petrolífera angolana "não recebeu qualquer notificação da Procuradoria-Geral da República de Angola", refere fonte oficial de Isabel dos Santos, acrescentando que "foi com surpresa que tomou conhecimento através da comunicação social que teria sido notificada para responder sobre actos da sua gestão na Sonangol".Tanto a Televisão Pública de Angola (TPA) como a Rádio Nacional de Angola (RNA) noticiaram que a filha do ex-Presidente angolano José Eduardo dos Santos foi notificada a 17 deste mês. Acrescentaram que Isabel dos Santos não respondeu, pelo que seria novamente notificada "a qualquer momento".
Tal como já havia referido em entrevista ao Negócios em Março, Isabel dos Santos reafirma que "é falsa a afirmação de que foram realizadas transferências bancárias de 38 milhões de dólares após a cessação de funções da anterior administração da Sonangol.
A 15 de Novembro de 2017, o então novo chefe de Estado angolano, João Lourenço, exonerou Isabel dos Santos da presidência do conselho de administração da Sonangol, nomeando para idênticas funções Carlos Saturnino, que, até Dezembro de 2016, tinha sido presidente da comissão executiva da Sonangol Pesquisa & Produção.
Fonte oficial da empresária detalha que a 16 de Novembro de 2017 decorreram reuniões "de passagem de pasta" e "não existem instruções de pagamentos, ou outras instruções com data posterior a 16 de Novembro de 2017".
A 2 de Março deste ano, a PGR abriu um inquérito para apurar as denúncias feitas dois dias antes pelo actual presidente do conselho de administração da Sonangol, que acusou a empresária de, pouco depois de exonerada, ter feito transferências no valor superior a 38 milhões de dólares para uma empresa no Dubai.
Num comunicado, a PGR indicou então que o inquérito visa "investigar os factos ocorridos, bem como o eventual enquadramento jurídico-criminal dos mesmos". As conclusões do inquérito, ainda segundo o comunicado, "serão oportunamente levadas a conhecimento público, sem prejuízo do segredo de Justiça", mas até hoje não foram revelados.
A decisão da PGR ocorreu dois dias depois de o presidente do conselho de administração da Sonangol ter denunciado a saída de montantes avultados em nome da empresa Matter Business Solutions DMCC, com sede no Dubai.
Segundo fonte oficial de Isabel dos Santos, "tratam-se de pagamentos totalmente legítimos de facturas emitidas, relativas ao trabalho efectivamente realizado, e prestados por vários consultores subcontratados no âmbito dos trabalhos do Projeto de Reestruturação da Sonangol".

Ladrões roubam jóias da coroa na Suécia e fogem de lancha

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Autoridades procuram os dois suspeitos, mas reconhecem que agora "está 1 a 0" para eles.